
Deste modo,
a formação da cultura
brasileira encontra fortes
raízes nas culturas europeia,
indígena, negra além
de influências orientais,
moldando o brasileiro
como indivíduo versátil e
adaptável, aberto ao
contato e a
apreciação das mais
diversas influências
culturais.
INDEPENDÊNCIA
– Com a exploração
dos nossos tesouros o
Brasil ganhou mais habitantes,
alguns deles bem mais
ricos e o país
mais pobre. A população
de Minas Gerais viveu
no final do século
17 uma vida agitada.
Por causa do ouro,
centenas de pessoas
mataram e morreram
(filmes de bangue
bangue perde para esse
cenário). E por
estar mais perto das
minas, o Rio de
Janeiro passou a
cidade de Salvador para
trás e se tornou
a capital. Mas a
população pobre começou
a se movimentar
insatisfeita e, entre
poema satírico e carta
contra o governo, surgiram
os primeiros movimentos
pela independência.
A monarquia
brasileira durou 67
anos e foi uma
época confusa. O imperador
reinava aqui e
em Portugal, fomos até
governados por um
garoto de 14 anos.
Diversos ministros
vieram e caíram. Pedro
I proclamou a Independência
e ninguém ficou sabendo.
O Brasil era uma
colônia composta por
regime muito diferentes.
Várias revoluções explodem em
todo o país a
partir de 1835: Farroupilha
(Rio Grande do Sul),
Revolta dos Malês
(Bahia), Cabanagem
(Pará).
MILITARES -
Em 1864 começa a
Guerra do Paraguai e
a vitória aumentou o
sentimento de queformávamos uma só
povo. Mas em 1889
os republicanos tramavam
um golpe e Dom
Pedro II é deposto,
o império cai e
o marechal Deodoro da
Fonseca assume. Começa
então o período da
República. Assim quando
um marechal do Exército,
herói da Guerra do
Paraguai derrubou o
imperador, nosso país
passou a conviver coma
grande influência dos militares.
Foi com a ajuda
dos militares que Getúlio
Vargas assumiu a presidência,
e foi por causa
deles que caiu, em
1945. E a caserna
garantiu a posse
de alguns presidentes
e chegou ao auge
do poder em abril
de 1964. Começava então
o mais longo período
de ditadura da nossa
história republicana.
É bom
lembrar que até
o final da Guerra
do Paraguai (1870) não
valia a pena ser
militar no Brasil.
Desde que foi criado
o Exército e a
Marinha ir para
lá era um castigo
reservado para as
pessoas pobres acusadas
de delinquência ou
vadiagem. O conflito
no país vizinho forçou
o Império a criar
um exército de verdade.
Com a vitória no
Paraguai surgiram os
heróis Duque de Caxias
e o marechal Deodoro
da Fonseca. Eles voltaram
da guerra querendo mais
poder. Conseguiram através
de conspirações, tramoias
e sabe lá o
quê...


JUSCELINO -
Veio o Presidente
Juscelino Kubitschek
que fez o país
acreditar que estava
entrando no primeiro
mundo. Sorridente e jovial
ele prometeu fazer o
Brasil saltar 50 anos
em 5. E se
o antecessor queria que
todas as grandes empresas
que operasse no Brasil
fossem nacionais, Juscelino
saiu em busca de
empresas de todo
lugar do mundo para
priorizar áreas de
energia, industria,
transporte, alimentação
e educação.. A Volkswagem
começou a fabricar
aqui Fuscas e Kombis.
As pessoas passaram a
ter em casa liquidificadores,
vitrolas, geladeiras,
enceradeiras, televisores.
Foi uma grande empolgação.

EXTERMÍNIO
(ou a arte
de não ver)

Quando os
espanhóis chegaram nas
Américas, destruíram
tudo e todos que
encontraram pelos caminho.
Colombo fez pior
que Hitler e a
História esconde esses
fatos. Mataram, estriparam,
queimaram, vivos. Esses
conquistadores espalharam
sua missão civilizatória
ao longo das Américas
Central e do
Sul matando todos os
povos indígenas. Os missionários
franciscanos usaram trabalhos
escravos em campos
de concentração e
exterminaram milhares de
povos. Os que cometeram
atrocidades foram credenciados
como heróis. E o
Vaticano beatificou
muitos desses assassinos.
Política e religião
quando se junta, haja
exterminação.
E o
abatedouro continuou
até chegar nos dias
atuais onde o princípio
do genocídio que o
oponente é melhor
oprimido quando não
podemos vê-lo continua.
“Nós nos tornamos todos
hábeis na arte de
não ver”.
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