07 março 2016

O desejo feminino de poder (02)



Inconstante, pouco sagaz, inferior aos homens tanto física como intelectual e psicologicamente. Essa era a explicação para a mulher não chegar ao poder. O Poder era conferido a imperador, rei e ministro. No momento em que o sangue era determinante, quando o grau de parentesco era mais importante que o sexo, elas governaram sim.



1610
MARIA DE MÉDICI - Governa no lugar  do filho, que é menor (1610-1617)

1611
NUR JAHAN – A persa Mehrunnisa controla a corte e o império com pulso firme pois o marido, viciado em ópio, vegeta até a morte. Ela recebe o título honorifico de Nur Jahan, “a luz do mundo”.

1624
NJINGA MBANDI – Ela assume o trono do reino de Ndongo quando seu irmão morre, no território hoje ocupado pelo Angola. Com suas táticas astutas, resiste durante anos ao colonialismo português.


1643
ANNA DA ÁUSTRIA – Educadora cuidadosa, regente sábia e política fria. A rainha (1643-1651), procedente da Espanha, entrega ao seu filho Luís XIV um reino bem organizado.

1644
CRISTINA DA SUÉCIA – Assume, aos 18 anos, o Reino da Suécia. Culta, atrai sábios e artistas para sua corte.

1725
CATARINA I – O czar Pedro I casa-se com uma serva e  transforma seu grande amor em herdeira do trono (1725-1727).

1745
MADAME POMPADOUR – Conselheira do rei Luís XV, a plebeia e amante torna-se uma das mulheres mais poderosas de sua época.

CATARINA II – Aos 33 anos ela derruba seu marido do trono e se torna czarine. Ela aplacou seu poder até a soberania da Rússia. Funda escolas e moderniza o código penal.

1837
RAINHA VITORIA – Durante 63 anos (1837-1901) ela ocupou o trono  britânico. Mas submeteu de forma crescente ao Parlamento.

1862
IMPERATRIZ VIÚVA TSU HSI – Governa de 1862 a 1908 no lugar do filho, a concubina dá ao imperador chinês seu único herdeiro masculino.

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