1961 - A Guerra dos Dálmatas (101 Dalmatians). Direção de Wolfgang
Reitherman, Hamilton S.
Luske e Clyde Geronimi, habilidosa e segura, com música
jazzística de George Bruns. Primeiro desenho da Disney baseado em um conto
contemporâneo de grande sucesso, da escritora inglesa Dodie Smith.
Conta a
história de 15 filhotes de uma mesma ninhada de dálmatas, filhos de Pongo e
Prenda. Uma vilã, Cruela Cruel, rapta todos os cães desta raça existente em
Londres, incluindo os 15 irmãozinhos, para fazer um casaco de pele.
Cruela os sequestra com o auxílio
de dois atrapalhados cúmplices. Pongo parte para o resgate da ninhada, com o
auxílio de vários animais. Foi o último trabalho inspecionado pessoalmente por
Walt Disney. Quarta maior bilheteria da história da produtora, perdendo só para
Rei Leão, Branca de Neve e Mogli. Orçado em US$ 4 milhões, foi feito por uma
equipe de 300 pessoas. Revolucionou o sistema de produção em série dos estúdios
Disney e introduziu modernizações narrativas e estéticas nos desenhos da
produtora. Demorou três anos para ser produzido. 79 min.
1963 - A Espada Era a Lei (The Sword in the Stone). Direção de Wolfgang
Reitherman. O filme
custou US$ 4,5 milhões e foi feito em dois anos.Trata-se de uma versão divertida da infância do rei Arthur, adaptada do livro de T.H.White.
O mago Merlin anuncia que vai receber uma visita importante em sua
casa na floresta.
E recorre a seus poderes especiais para mostrar quem será o
misterioso visitante. Aparece um caçador com cara de paspalho.
Merlin é o
primeiro a se admirar. Não é esse, diz. Atrás vem o garotinho Arthur que será o
futuro rei da Inglaterra.
É um moleque que trabalha como cavalariço. Sob a
orientação do mago, conseguirá se preparar para a dura tarefa de reinar.
Ele se tornou rei ao desencravar
da pedra - com a ajuda de Merlin - a espada mágica. Bons momentos de desenhos
são justamente os prodígios de Merlin, sobretudo quando ele enfrenta a Madame
Min num duelo de mágica, e o lobo desastrado que espreita Arthur. Música de
Richard e Robert Sherman. 89 min.
1967 - Mowgli, o Menino Lobo (The Jungle Book) é o último
desenho animado realizado durante a vida de Walt Disney, contando com sua
supervisão.
Baseado na obra do escritor inglês
Rudyard Kipling (1865/1936).
Direção de Wolfgang “Woolie” Reitherman.
Criado por uma família de lobos,
Mogli tem que deixar a selva para fugir das garras do tigre Shere Khan.
Banguera, a pantera, é a encarregada de levar o menino à aldeia dos homens, mas
Mogli não quer abandonar a floresta. No caminho, ele tenta se engajar a
diversas espécies de animais que encontra.
Sob o comando do Coronel Hathe,
Mogli se esforça para ser um elefante na patrulha de madrugada.
Com Balu,
conhece as delícias da vida de um urso. Numa última esperança, até o quarteto
de abutes lhe é simpático. No final, como “homem é tudo igual”, Mogli acaba
fisgado pelos dengos de uma indianazinha da fronteira. 78 min.
1970 - Aristogatas (The Aristocats). É o primeiro desenho a ser
inteiramente produzido após a morte
de Walt Disney em 1966. Baseado no
argumento original de Tom McGowan e Tom Rowe, foi um dos desenhos animado de
longa metragem não inspirados em lendas do folclore popular, contos de fadas ou
nos grandes clássicos da literatura infantil. Direção de Wolfgang Reitherman.
Conta a história da milionária que lega sua fortuna para a gata Duquesa e seus
três filhotes, Toulouse, Berlioz e Marie.
Entra em cena o mordomo Edgar, vilão
da trama, que fará de tudo para se apossar da herança que ficou para os
Aristogatas.
Duquesa é salva por um plebeu, o
experiente gato O’Malley. Com a ajuda de um ratinho Roquefort e por uma banda
de jazz formada por gatos vadios, ele consegue vencer as ciladas armadas pelo
mordomo e seus cães zelosos Napoleon e Lafayette.
Destaque para a Duquesa, de
porte elegante e refinado, com traços femininos modelados no perfil da atriz
Eva Gabor.
O compositor George Bruns assina o trabalho, além de cinco canções
originais de Terry Gilkson e das duplas Richard e Robert Sherman e Floyd
Huddleston e Al Rinker. 78 min.
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