
A primeira
onda foi a sociedade
nômade para a sociedade
agrícola. O domínio
do solo transformou
a civilização, que,
além de extrair o
seu sustento, passou a
fixar-se nele. As
famílias tornaram-se
multi-geracionais e trabalhavam
juntas, consumindo
o que produziam.
Na primeira onda a
forma de criar riqueza
era cultivando a terra.
Os meios de produção
de riqueza eram, portanto,
a terra, alguns implementos
agrícolas (a tecnologia
incipiente da época),
os insumos básicos (sementes),
e o trabalho do
ser humano (e de
animais), que fornecia
toda a energia que
era necessária para o
processo produtivo.
Do ser humano se
esperava apenas que
tivesse um mínimo
de conhecimento sobre
quando e como plantar
e colher e a
força física para trabalhar.

A terceira
onda se iniciou na
segunda metade do
século 20 e tem
como propulsores o
advento do conhecimento
– ou a Revolução
da Informação – e a
globalização entre outros
inúmeros fatores que
se relacionam nessa cadeia
de mudanças. É a
terceira onda que
caracteriza a transição
para a pós-modernidade.
Na terceira onda, a
principal inovação está
no fato de que
o conhecimento passou
a ser, não um
meio adicional de produção
de riquezas, mas, sim,
o meio dominante.
Na medida em que
ele se faz presente,
é possível reduzir a
participação de todos
os outros meios no
processo de produção.
O conhecimento, na
verdade, se tornou
o substituto último de
todos os outros meios
de produção. Na guerra,
por exemplo, um centímetro
quadrado de silício,
na forma de um
chip programado, pode
substituir uma tonelada
de urânio. O conhecimento
se tornou ingrediente
indispensável de armamentos
inteligentes, que são
programáveis para atingir
alvos específicos e
selecionados. Para derrotar
o inimigo, frequentemente
basta destruir seu sistema
de informações.
CHAVE
E na
informação e no
conhecimento que está
a chave da reorganização
mundial. Assim os
valores pós-modernos
afetam a vida em
velocidade. Segundo Martin-Barbero,
a pós-modernidade é
uma nova maneira de
estar no mundo e
afeta o sentido do
convívio social. Na
sociedade na qual
a linguagem multimídia
impera, vivemos a
simulação. A sociedade
pós-moderna deseja viver
o presente, fazer do
hoje o mundo ideal.
E assim morrem as
grandes utopias e,
em seu lugar, entra
a performance.
O resultado
disso é uma crise
de identidade vivida pelo
sujeito pós-moderno,
que, por ser plural
(não tem uma identidade
fixa, essencial ou permanente),
não sabe qual é
o seu lugar no
mundo. Ele busca entender
qual o seu lugar
na nova sociedade
porque as transformações
ocasionadas com a
onda de mudança “estão
também mudando nossas identidades
pessoais, abalando a
ideia que temos de
nós próprios como sujeitos
integrados”, informa
Stuart Hall em sua
obra “A identidade
cultural na pós-modernidade”.
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HUMOR
GRÁFICO NA BAHIA
Uma
exposição com as obras dos precursores do grafismo baiano (cartum, caricatura,
charge e quadrinhos) até os dias atuais é de grande necessidade para o grande
público (jovem e adulto).
É
necessário apresentar ao público a história desses artistas que continuam
invisíveis e são importantes no registro dos acontecimentos históricos e
sociais.
Por
esse motivo, vamos apresentar em 2015 uma grande exposição de humor gráfico na
Bahia e queremos a participação de todos os artistas.
Paraguassu,
K-Lunga, Tischenko, Sinézio Alves, Fernando Diniz, Theo, Lage, Setubal, Nildão,
Ruy Carvalho, Cedraz, Cau Gomez, Bfruno Aziz, Valterio, Flavio Luis, Luis
Augusto, Valmar Oliveira, Andre Leal, Angelo Roberto, Eduardo Barbosa, Gentil,
Jorge Silva, Carlos Ferraz, Helson Ramos, Hector Salas, Tulio Carapiá, Sidney
Falcão são alguns dos artistas cujas obras estarão na mostra.
Participe,
colabore. Contato: gutecruz@bol.com.br
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Quem desejar adquirir o livro Bahia um Estado D´Alma,
sobre a cultura do nosso estado, a obra encontra-se à venda nas livrarias
LDM (Brotas),
Galeria do Livro (Espaço Cultural Itau Cinema Glauber Rocha na Praça Castro
Alves), na Pérola Negra (Barris em frente a Biblioteca Pública), na Midialouca
(Rua das Laranjeiras, 28, Pelourinho. Tel: 3321-1596) e Canabrava (Rua João de
Deus, 22, Pelourinho). E quem desejar ler o livro Feras do Humor Baiano, a obra
encontra-se à venda no RV Cultura e Arte (Rua Barro Vermelho 32, Rio Vermelho.
Tel: 3347-4929.
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