
A bateria é uma invenção do século XX.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a
três
percussionistas cada. Um tocava o bombo, outro tocava a caixa, e o outro tocava
os pratos, os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros.
Um bom exemplo disso eram as bandas de
rua de New Orleans, nos Estados Unidos, que tocavam o estilo de Jazz conhecido
como Dixieland, onde haviam pelo menos dois percussionistas, um tocando caixa e
o outro tocando o bombo e os pratos, que ficavam fixos em cima do bombo,
possibilitando tocá-los em pé ou caminhando.
Até 1920, os bateristas de jazz nos EUA,
não se destacavam muito, limitando-se apenas a marcar o tempo da música. Aos
poucos, alguns músicos foram se destacando, devido à técnica e sua maneira de
se apresentar: Jo Jones e Gene Krupa.
Dessa forma, a criação da bateria, como
um instrumento musical bastante recente (cerca de 100 anos de história), está
intimamente ligada ao surgimento do Jazz, proveniente da tradição das bandas de
rua (Marching Bands) norte-americanas, bem como o seu desenvolvimento está
ligado à história e ao
desenvolvimento do Jazz e do Rock, respectivamente na primeira e segunda metade do século XX.
desenvolvimento do Jazz e do Rock, respectivamente na primeira e segunda metade do século XX.
No Brasil, essa influência
norte-americana sempre existiu no que diz respeito à bateria, seja pelo cinema,
pelas gravações e shows de jazz, pelos equipamentos, ou pelos primeiros livros
e métodos de bateria que mesmo com muita dificuldade, os bateristas brasileiros
sempre procuraram ou desejaram ter acesso para satisfazer a busca por escassas
informações disponíveis em nosso país.
Batida de ‘Amen brother’:
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