
1941 (EUA)
- CAPITÃO AMÉRICA.
Criação de Joe
Simon e Jack Kirby.
Símbolo do esforço
norte americano durante a
2a Guerra Mundial, o
Capitão América é
um dos heróis que
mais acompanhou as mudanças
que o mundo passou
desde 1941. Em décadas
de publicações, ele
enfrentou nazistas (foi
o primeiro super-herói
a declarar-se inimigo
dos nazistas), supervilões,
terroristas e o
próprio governo, em
histórias que chegam
até a se contradizer.

1942 (BRASIL)
- Iolanda Fagundes cria
em São Paulo o
TEATRO GIBI. Objetivo:
dar à criança o
que, de direito, pertence
à criança: um mundo
próprio, onde a
fantasia ocupa um
lugar significativo. Utiliza
diversas técnicas de
manifestação de bonecos
para reproduzir a mágica
do universo infantil.
1942 (EUA)
- MALE CALL, literalmente
A CHAMADA
DO MACHO.
Criação de Milton
Caniff. Historieta
especial para publicação
nos jornais do exército
e para estimular
o moral da tropa.
Miss Lace era uma
pin up extremamente
sensual, aplacava a
dor e a sede
dos solitários soldados no
front uma vez que
os jornais diários censuravam
tais ousadias. O Departamento
de Estado encomenda,
através do Camp
News Service (Serviço Naticioso
de Campanha), uma história
especial para ser
publicada nos jornais
do exército e para
estimular o moral
da tropa. Foi então
que Caniff surgiu com
uma nova personagem
que recebeu o nome
de Miss Lace. Ela
era uma pin up,
extremamente sensual em
roupas negras, e que
evocava freudianamente
a figura materna com
seus seios opulentos
e o decote generoso,
para aplacar a dor
e a sede dos
solitários soldados no
front.
Com o
fim dos G.I.s deixou
de ser publicado
em março de 1946.
Desta feita, sem a
censura dos jornais,
escrevendo e desenhando
diretamente para os
soldados, conseguiu
uma das mais audazes
criações no setor
de liberação do sexo
nos quadrinhos. Essa
contribuição só viria
a concretizar-se muito
recentemente, com o
trabalho dos europeus
colocando o sexo
em primeiro plano nos
quadrinhos.
1942 (BRASIL)
- Péricles publica em
O Guri e no
Diário da Noite as
encrencas de OLIVEIRA, O
TRAPALHÃO, seu primeiro
personagem. Nesta tira
já aparecem as figuras
pitorescas do Rio
que marcariam seu trabalho.
1942 (EUA)
- A nova revista
da Editora Dell – NEW
FUNNIES - publica
somente os personagens
de Walter Lantz: Pica
Pau, Coelho Oswaldo, Ândi
Panda, Homero Pombo e
outros, fazendo um
grande sucesso.
1942 (EUA)
- A Editora Fawcett,
querendo aproveitar
o êxito do seriado
Jungle Girl publica uma
revista de igual
nome, onde a heroína
era NYOKA.
Mas não obteve sucesso:
a revista não passou
do primeiro número.
1942 (ITÁLIA)
- Flash Gordon foi
proibido por Mussolini.
1942 (EUA) – A historieta The
Phantom é entregue ao então anônimo
assistente de Ray Moore – Wilson McCay.
1942 (EUA) – A primeira tira
diária de Flash Gordon é de 27 de maio, com desenhos de Austin Briggs,
assistente de Alex Raymond.
1942 (EUA) – Em janeiro, Mulher
Maravilha, criação de Charles Moulton, começa a aparecer no título
Sensation (onde adotou sua identidade civil de Diana Prince) e estreou em sua
revista própria, Wonder Woman no verão desse mesmo ano.
1942 (EUA) – Impressionado pela
simplicidade do traço e a força das cores da série Rayon U, Hergé contratou o
desenhista Edgar Pierre Jacobs para trabalhar nas aventuras de Tintin. A
parceria durou até 1950. Pierre participou da produção de As Sete Bolas de
Cristal e O Templo do Sol, além de três reedições. Jacobs inspirou a
personalidade do rabugento capitão Haddock, e revelou dotes de perfeccionista.
Foi solicitado para a co criação das HQs de Herge full time. Exigiu créditos. O
pai de Tintin negou. A dupla desfez-se por ali.
1942 (EUA) – George Lowther
escreveu o primeiro romance tendo o Homem de Aço como Nasce o Super Homem.
protagonista pela Random
House – parte dele publicado em português, no álbum
1942 (EUA) – Surge o detetive Joe
Cometa (Fearless Fosdick), criado à imagem e semelhança de Dick Tracy e
cujas aventuras Ferdinando passaria a acompanhar desde então idolatrando o seu
herói. Criação de Al Capp.
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